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12th maio
2009
written by R0cc0

Todo mundo já deve ter escutado aquela história de que cu de bêbado não tem dono certo? É fato, todo adolescente ou até mesmo ser humano quando mais velho, ao inventar de tomar um porre acaba fazendo merda, pode ser ficar com aquela mina feia, falar umas verdades pra alguém, se declarar, dar showzinho, os problemas são infinitos. Eu mesmo já fiz várias dessas, reatei pegadas, saí com mulheres que pareciam estar fantasiadas de lixo, dormi pelado atrás da porta da sala e por aí vai, mas aqui vou contar uma situação meio trash do sexo… ou não.

Após toda aquela fase negra que havia enfrentado, tinha largado os bets. Sou novo ainda, tenho até uma boa aparência e papo é o que não me falta, não iria me lamentar nem me fazer de vítima. Caguei, tava na ativa de novo e queria curtição, e como estava solteiro, já era hora de aproveitar todas as oportunidades que havia desperdiçado enquanto eu namorava.

Um camarada meu estudava em uma faculdade próximo do metrô Santa Cruz aqui em SP, um lugar com pouca vitória e glória, mas que ocasionalmente proporcionava alguma diversão. Como eu estava em férias da minha antiga facul, resolvi colar em uma sexta-feira qualquer com alguns amigos lá. Cerveja aqui, copo de 51 ali, e pronto, já estava eu colando em todas as mulheres do recinto. Um conhecido pegou uma mina assaz gata ,porém fresca de doer o cu, eu colei numa tiazona que me zuou deveras até que na hora de ir embora ela me deixou seu telefone e me deu um selo.

Pronto, estava armado o esquema, sempre peguei mulheres mais velhas que eu, mas até então essa coroa assumiria o posto de “A Tia” e não deu outra, só foi necessário mandar uma mensagem no celular dela e pronto na semana seguinte peguei a tia na porta da facul. Meu camarada e conhecido dela, vivia dando ênfase nos peitos gloriosos que a senhora possuía e tenho que concordar, ele estava correto, mas eu não tinha sentido aquele tchan do tipo “preciso carcar essa véia urgente”, meu sentimento estava mais para “comeu comeu, tanto faz”. Lembro-me que na época sapecava outra mina e essa era o kit completo de safadeza então me dava por satisfeito, até por causa do acesso mais fácil.

Comecei o texto falando sobre bebida e porque não continuar a história citando a “marvada”. Estou no bar em uma sexta-feira qualquer com um camarada do escritório. Acho que havia passado uma semana que havia vivido uma das histórias mais bizarras agressives ever (aguarde) quando o álcool começou a fazer efeito. Dou uma olhadinha para uma colega do escritório que todos achavam feia, uma espécie de Rocky Dennis, mas eu não ligava, curto mina legal, tá certo que evitava. Então minha vida começa a passar em flashs:

  1. Estou acendendo um Black com a mão em uma bunda;
  2. Estou em um ponto de ônibus chupando os peitos de uma mina com todos assistindo;
  3. A dona dos peitões branco toca uma pra mim e diz não;
  4. Estou em um trem para Osasco, e não sei quem está comigo;
  5. Estou batendo a mão em um balcão;
  6. Estou bombando alguém de peitões grandes caídos;
  7. Vejo um pacote de camisinha rasgado no chão com a camisinha ainda no pacote;

Não sabia direito o que estava acontecendo, mas lembro muito bem quando abri os olhos e vejo tudo apagado. Inclino a cabeça lentamente para frente e vejo um guarda roupa de mogno. Viro para o lado e vejo uma cama de solteiro com a minha mochila sobre ela além das minhas roupas. Percebo que estou nu e ainda de pau duro, e aí com minha percepção maravilhosa acho que é um sonho maluco, afinal do meu lado tinha uma mulher nua com o bundão pra cima. Tentei descobrir quem era? Que nada, e dá-lhe pau dentro, nisso a pessoa acorda soltando aquele “o que é isso, o que você está fazen…” e já emenda um gemido pedindo para não parar. Dou aquela bela enrolada no cabelo dela com a mão e puxo, aí vejo que era a tiazona lá do começo da história. Porém o lance ainda era surreal, sério não sabia se era um sonho ou não e da mesma maneira que acordei me vem aquele apagão de novo, claro isso depois de ter esporrado inteiro pelo corpo da senhora. Ela se levanta, diz que vai se limpar e já retornava, nesse meio tempo eu já estava dormindo de novo.

Começo a sentir aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca, abro os olhos, dessa vez a luz está acesa e a tiazona em pé ao meu lado se trocando dizendo que precisava trabalhar. Aí caiu a ficha, diabos, não era um sonho, eu realmente tinha rodado SP pra comer a “hoje em dia vovó”. Eu juro, levantei, tomei um banho rápido, ela me fez companhia no chuveiro e perguntou por que eu estava em silêncio, e emendou que adorou ter sido acordada daquele jeito durante a madrugada.

Na hora que eu saio do quarto, percebo que na verdade estava em um Hotel bem tosco daqueles onde você precisa correr a porta do elevador. Não era uma coisa bonita de se ver. Ela faz uns chamegos, abro minha carteira pensando em pagar e o atendente diz: “Amigo você já pagou ontem, na verdade ficou me devendo 25 conto, mas como você tá saindo cedo hoje e entrou bem tarde, deixa quieto”. O flash onde eu batia a mão no balcão era pra pagar a pernoite, como eu não tinha dinheiro o suficiente na carteira e o lugar não aceitava cartão, o cidadão relevou.

Segundona, dia de labuta no trabalho abro meu e-mail e vejo a seguinte mensagem daquela mina que parecia o Rocky Dennis “Desculpa”. Peraí, desculpa por quê? Ainda tinha acontecido mais coisas? Claro que essa sinceridade que ganhei com o tempo me permite perguntar o motivo. Em 5 minutos tenho a resposta, segundo consta saímos do bar juntos e demos uns pegas na rua, quando ela estava pra pegar o ônibus em direção a sua casa a coisa esquentou e ela disse que não iria ao motel comigo, nessa hora falei que não ia ficar implorando pra dar uma foda já que era isso que eu queria no dia e liguei para a tiazona que est
ava perto do local. Sim, a garota do escritório possuía os peitões brancos que eu havia chupado naquela sexta-feira, e uma negada de foda foi o motivo onde acabei parando em Osasco naquela sexta-feira.

Considerações

  • Até hoje não sei se comi a véia no pêlo por causa da camisinha aberta com a camisinha dentro, mas estou limpo.
  • A senhora já rodou o mundo inteiro e no final acaba dando para mim em um Hotel na Barra Funda?
  • A bebida é uma merda foda e percebi isso a partir do momento que bombei sem pensar, vai que é minha mãe ali? ASCO

O mais engraçado é que quando encontrei meu amigo e contei da história ele me perguntou o que eu tinha achado. Disse que os peitões não eram tudo isso, e que não tinha sido tão bom. Sabe o melhor? Ela disse a mesma coisa para ele, que esperava bem mais.

Sendo assim, adivinha o que irei fazer essa semana após alguns longos anos sem contato com a tia?

2 Comentários

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  2. 27/11/2009

    kkkkkkkkkkkkkk kara pra vc ver como sao as coisa eu tava procurando um treco no google e caiu o seu blog, curioso abri e comecei a ler, resumindo me mijei de rir, pode ter certeza que vou voltar mais vz!!!

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